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Data: 22/08/2009
Luta por Justiça
Carlúcio G. Assis
Família e amigos de empresário e sua funcionária, assassinados há mais de quatro meses realizam protesto pelas ruas da cidade clamando por justiça.

Um ato público, em forma de carreata, foi realizado no dia 21 de agosto em protesto à demora nas investigações do inquérito policial do assassinato do empresário e agropecuarista, Oriton de Souza Cardoso, e de sua funcionária Adinalva Souza Dias. A manifestação foi organizada pela irmã do empresário, Lenira de Souza Cardoso.

O crime ocorreu no final do mês de abril, sendo os corpos encontrados em uma mata, próximo à Fazenda Ariranha, na BR-364. Segundo resultado da perícia, os corpos estavam em avançado estado de decomposição, tinham perfuraçõs de balas na cabeça e, ainda, sinais de tortura.

A concentração de pessoas foi organizada na Rua Olavo Bilac nº. 11, em frente à empresa Auto Escola, de propriedade da família do empresário assassinado, de onde seguiu pelas principais ruas da cidade. Uma parada foi feita, por alguns minutos, em frente à Delegacia da Polícia Civil, onde os participantes gritaram por justiça. O encerramento do protesto aconteceu em frente à Câmara Municipal de Jataí, com o pronunciamento de vereadores, entre eles, o presidente da câmara Gênio Eurípedes, Geovaci Peres, Mauro Filho e João Rosa. O Vereador e presidente do Legislativo prometeu empenho na cobrança das autoridades, com urgência na elucidação deste caso.

A cada rua percorrida, eram colhidas assinaturas das pessoas no abaixo assinado. O ato público teve o apoio dos comerciantes, que baixavam suas portas e aplaudiam a passagens dos manifestantes, e ainda dos moradores que saíam nas portas de suas casas em respeito e apoio às famílias. Outras pessoas, em situação parecida, que também tiveram parente assassinado e o crime não esclarecido também participaram do manifesto carregando foto do jovem Jéferson de 14 anos assassinado a quatro meses.
Os familiares e amigos das vítimas cobram da polícia solução para o crime que chocou a população do município e que está completando quatro meses sem solução. Até hoje, ninguém foi indiciado pela autoria do duplo homicídio.

“Queremos com este manifesto comover a justiça e a população, e pedir que se alguém souber de alguma coisa que não fique com medo, ajude a polícia para que ela também possa nos ajudar elucidando esse crime. Tudo que nós queremos é que a investigação volte pra Jataí, em Goiânia se torna mais difícil, é muito longe e não tem como a gente ficar acompanhando. No início era um seqüestro, então houve a participação da polícia especializada, mas quando se descobriu não tratar de seqüestro, não tinha mais porque o processo ficar lá em Goiânia. Por isso fiz um abaixo assinado que vou encaminhar ao Ministério Público, a partir de terça feira, dia 25 de agosto, pedindo a Juíza e ao promotor que nos ajude a trazer o processo para Jataí”, disse Lenira, irmã do empresário assassinado.

“Gente é preciso descobrir quem fez essa maldade com meu filho, ele não merecia isso não, meu filho sempre foi muito trabalhador. Eu quero justiça, doa a quem doer, eu quero ver eles na cadeia com fé em Deus. Eles podem ter muito dinheiro, mas nós temos Deus acima de nós e a comunidade também não vai nos deixar sozinhos”, desabafou dona Luiza Aparecida, mãe do empresário.

“Nós só queremos que a justiça seja feita, que venha logo o esclarecimento desse caso porque a dor que estamos passando é demais. Nós queremos somente que justiça seja feita. Se esse caso estivesse aqui em Jataí com certeza já teríamos uma solução e seria mais fácil pra gente acompanhar o caso”, falou Ronério Silva, esposo da Adinalva.

“Estou aproveitando essa manifestação para pedir que o caso do assassinato do meu neto Jéferson de Souza de Jesus também seja resolvido, ele foi assassinado a pedradas a quatro meses e nada foi feito para resolver o caso, ele ficou todo acabado, irreconhecível, até agora não sabemos de nada, e alguma coisa precisa ser feito, meu neto só tinha 14 anos era uma criança, ele morava comigo e era muito bom menino. As pessoas que fizeram isso com ele tem que pagar. Ele não tinha vivido nada ainda era só uma criança, por isso eu peço as autoridades que olhem com carinho para esse caso também, por favor, eu peço que me ajudem.” Desabafou emocionado o senhor Manoel Vieira (Avó de Jéferson).

Por: Carlúcio Assis
E-mail: Assisjc-@hotmail.com
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Raphael - Estudante - 02/05/2012 13:03:49
O que impressiona é o fato de estarmos no ano de 2012 e nao ter uma conclusao do inquerito. Cade as respostas?

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Fernando - Empresario - 26/08/2009 13:37:49

E com muita indignação que ja avançamos por mais de 4 meses sem nenhuma resposta por parte das autoridades competentes com relação a este duplo homicidio que tanto chocou a população de Jatai bem como seus familiares...O recado ja esta dado...estamos cobrando e buscando respostas agora esperamos o quanto antes a resolução deste triste e lamentavel episodio..a todos que participaram deste manifesto...meus parabens pela coragem e determinação juntamente com o apoio à nossa familia...

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AMANDA - AUTONOMA - 24/08/2009 14:50:22

EU QUERO VER ESSE CASO SOLUCIONADO, SÓ DEPOIS QUE EU VER ESSES ASSASSINOS PRESOS VOU ACREDITAR QUE A JUSTIÇA DOS HOMENS EXISTE.

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Paulo - Radialista - 24/08/2009 10:48:13

Nossa Jatái esta muito violenta mesmo, quero deixar uma opinião, sou de Brasilia e aqui temos um jornal interrativo semelante o Jornal da Cidade Jataí, a população poderá fazer seu comentário aqui nó site, com isso vai ser muito mais prático para os familiares. Força!!!

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